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domingo, 2 de outubro de 2011

Componentes da Terapia Cognitivo-Comportamental


Viver bem é pensar bem, ou corretamente



A Terapia Cognitiva (TC) surgiu nos anos 60, com Aaron Beck, Albert Ellis e outros autores, a partir de trabalhos sobre depressão. 

O modelo teórico da Terapia Cognitiva parte do princípio que as pessoas desenvolvem e mantém crenças de si e da vida, por vezes distorcidas, e agem em função delas. A modificação destas crenças, principalmente as que são a respeito de si mesmo, seria o principal objetivo da terapia.

Paralelo a isso, a primazia do ajuste cognitivo e o enfoque na experiência segundo o paciente juntam-se às técnicas de modificação do comportamento, da vertente behaviorista, e temos a criação da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

De modo geral, a TCC trabalha com conceitos cognitivos, tais como:


Crença Central - crença a respeito de si e dos outros, geralmente bastante fixa e pouco flexível. Tem a ver com esquemas (que são formas de ver o mundo pradronizadas por nós mesmo ainda na infância).


Crença Periférica ou Crença de Suporte - são as crenças derivadas da Central que dão suporte a ela, corroborando-a diante das situações cotidianas.


Pensamento automático - pensamento que vêm a mente quando nos deparamos com situações-chave que fazem acionar a crença central.

As crenças são pensamentos sobre si mesmo, sobre os outros e sobre o mundo e a vida em geral. Na verdade, levamos nossa vida de acordo com nossas crenças, e são elas que estarão por trás de nossas vitórias e problemas. Portanto, conhece-las é uma parte indispensável no processo de capacitação emocional e auto-conhecimento.

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